25 de novembro de 2014

Tu foste a luz de toda aquela noite. Sábado, eram perto das 8 horas da manhã, e o teu laranja forte puxou toda a luz solar para si e transformaste-te num gigantesco foco de luz. Eu era um poço de amor, só queria abraçar e devorar todas as luzes que me seguiram nessa noite, na mesma noite em que a madrugada te transformou em sol. Não estou a fazer sentido, porque não quero dar sentido nenhum a qualquer coisa que se esteja a passar. Foste a minha casa, queria o teu colo, o teu conforto, o teu calor, essas merdas chatas, causaste-me sensações únicas, não me conseguia controlar e talvez não me quisesse controlar. A tua barba olhava para mim e prendia-se nos meus cabelos enquanto sorria. Tu mão viste, ninguém viu, mas eu vi. Eu senti. Eu senti e quero sentir mais e mais e mais.

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«O teu anjo da guarda fala pela boca daquela mulher, que não tem mais inteligência que a do coração, alumiada pelo seu amor.»