29 de julho de 2015

Três, dizem que é a conta que Deus fez.

Estou a sorrir mesmo antes de começar a escrever(-te), como se me estivesses a ler, coisa que não estás. Não precisas. Tu vês nos meus olhos, sou transparente aos teus olhos. Gostas de afirmar convictamente que me conheces, e confirmo com o sorriso que adoras. Talvez eu te pertença mesmo meu amor. Talvez tu me pertenças também. Estamos escritos, e tu sabes disso. É como que, sem ti, nada faz sentido. Porque simplesmente não tem a mesma graça, não me questiones, não te sei responder. Sei que sem ti, o meu coração fica pequeno, o meu sorriso fica amarelo e os meus olhos não brilham. E assim que tu chegas... quando tu chegas eu apaixono-me mais um bocadinho. Mas pequenino para não te sair o ego pelo peito. Se houvesse alguma classificação para nós, talvez desse o nome de "perfeita repetição". Tu entendes, eu sei que sim. Nós não somos fáceis e isso dá toda a graça ao nosso amor, porque eu sei que é amor, não me venham com tretas, eu sinto, está claro como água. Preto no Branco. Simples e complicado. Somos nós, juntos, porque separados já não tinha tanta graça. Adoro-te. Adoro mesmo, e obrigado. Obrigado por seres exactamente tudo o que eu sempre sonhei para mim.

2 comentários:

«O teu anjo da guarda fala pela boca daquela mulher, que não tem mais inteligência que a do coração, alumiada pelo seu amor.»