18 de novembro de 2015

Se eu me matasse qual seria a diferença nesta vida? Sinto a confiança a cair em pedaços, estou sem fé. Sou pecadora por isso? Não sei a quantas ando, é tudo junto, ao mesmo tempo. Já não sei.
Aliás, sei que te quero, que te amo, que preciso de ti. Mas também sei que tu podes não te sentir assim. Andas diferente. E eu que tinha prometido a mim mesma não chorar mais por ti, acabando sempre por quebrar a puta da promessa. Isto dói. Eu tento controlar mas dói.
Sinto-me pequenina ao ver a fotografia dela, o sorriso dela, os olhos dela, para além de puta é bonita, e vieste tu para os braços de uma maluca, que sonha voltar a ter rastas e com um mundo que não existe.
Eu sou de facto pequenina ao pé dela. Ela era a tal para casar e viver junto, mas eu tenho de esperar... eu espero sempre não é?
À oito anos que te conheço, à três anos que — por entre o doce e o salgado — fui-me preparando para ti.
Só queria ter a certeza que nunca mais se iria passar o mesmo de todas as vezes, porque é aí que entra o medo. O medo de perder o amor. O Meu Amor.

1 comentário:

«O teu anjo da guarda fala pela boca daquela mulher, que não tem mais inteligência que a do coração, alumiada pelo seu amor.»