5 de junho de 2017

Elas escorrem todas as noites. Não preciso de as chamar, já não as quero esconder.
Sinto-te nelas, e tal como elas me escorrem pela cara, assim escorreu toda a confiança que havia depositado em nós.
Depositei em ti o sonho que nunca te irias embora, e foste. Como se nada fosse, como se nada significasse. Não podia permitir que o meu coração deixasse de bater, por isso deixei-te ir e com ele levaste o meu coração, a minha alma, o meu ar, a minha essência.

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«O teu anjo da guarda fala pela boca daquela mulher, que não tem mais inteligência que a do coração, alumiada pelo seu amor.»