24 de abril de 2009

10º I; 22.04.2009

A escuridão abraça-me, mas é a luz que me sorri; minto-me todas as noites é a tua voz que oiço a chamar o meu nome, és tu que eu vejo nos meus sonhos; era tão bom (...)
Era tão bom que os sonhos não acabassem, que a noite fosse eterna, que as minhas palavras não tivessem fim; se eu não tivesse medo (...)
Há algo que deveria de ser revelado mas estou sempre no momento errado, na hora errada; não me consigo expressar mais, não consigo dizer o que quero nem desejo.

Os meus sentimentos bloquearam quando sorriste para mim; os olhos brilham, as lágrimas caiem; eu juro que tentei, mas está tudo à roda (...)
Só queria que me ouvisses; procuro em vão a minha vida nos teus olhos (...)
Não sei quem sou, não sei o que sou, nem o que aqui faço; Apenas sei que nunca direi Adeus.
Gostava de voar, sair daqui, talvez de fugir para que tu não visses a minha fraqueza (...)
Ando à espera de um milagre, talvez de algo mágico (...)
Vejo o tempo a passar, sem dó nem piedade, como se não houvesse amanhã (...)
Quero que não te esqueças de mim, nunca; queria tocar-te só mais uma vez, sei que isso está errado, mas juro que tudo ficará na minha memória; há algo que magoa em tudo (...)

Não quero estar longe de ti, mas também não te quero perto; quero que me agarres, quero que me largues (...)
Isto é tudo culpa tua, por brilhares tanto .

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«O teu anjo da guarda fala pela boca daquela mulher, que não tem mais inteligência que a do coração, alumiada pelo seu amor.»